quinta-feira, 17 de outubro de 2013

No hospital

Quando cheguei a casa do trabalho, reparei que o Gui estava com umas bolhinhas vermelhas no corpo. Duas semanas antes, a educadora tinha dito que um colega da sala dele estava com varicela. Pensei: já está!! Também vai "ficar de molho". Decidi levá-lo ao hospital.
Na sala de triagem (diálogo entre o Gui e a enfermeira):
- Eu adoro cor-de-laranja!! - diz a olhar para as pulseiras das urgências - É a minha cor preferida!!
- Sim, meu amor, mas eu vou dar-te uma pulseira amarela.
- Obrigado, mas eu prefiro a cor-de-laranja.
- Mas querido, tu não precisas da cor-de-laranja. Basta a amarela.
A enfermeira coloca-lhe a pulseira amarela no pulso e o Gui sai da sala a chorar e a dizer que a pulseira amarela lhe aleijava o pulso e que tinha que levar uma cor-de-laranja.

Mesmo doente, quer que a sua vontade seja atendida (mas, como é óbvio, não o foi). E, sim, o Guilherme está com varicela.

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